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Da convocação ao gabarito da sentença cível. Tudo o que separa quem passou na 1ª fase de quem chega à oral.
A segunda fase é a etapa em que os candidatos aprovados na prova objetiva (1ª fase) precisam mostrar que sabem escrever como juiz. Não basta saber a resposta certa: é preciso fundamentar, organizar e decidir por escrito.
Cada tribunal define um número fixo de aprovados na 1ª fase que avançam para a 2ª. Esse número varia muito por edital: pode ir de 100 a 300 candidatos, dependendo do TJ e do número de vagas previstas. A nota de corte da 1ª fase varia a cada edição e geralmente fica entre 65 e 75 pontos na prova objetiva.
A 2ª fase costuma ser aplicada de 60 a 90 dias depois do gabarito definitivo da 1ª. Esse é o tempo que o candidato tem para virar a chave de marcar X para escrever sentença. As provas escritas costumam acontecer em dois dias seguidos, com a discursiva e a primeira sentença num dia e a segunda sentença no outro.
Duas avaliações escritas. A primeira é a prova discursiva: 1 dissertação longa e 4 a 5 questões discursivas sobre temas do edital. A segunda é a prova de sentença, com casos práticos para o candidato redigir uma decisão completa. Na maioria dos TJs, as duas peças (criminal e cível) caem em dias separados.
Padrão seguido pela maioria dos TJs estaduais (Resolução
75/2009 do CNJ):
60 a 90 dias
6,0 em cada peça
1 prova discursiva + 2 sentenças (criminal e cível)
Sentenças só são corrigidas para quem passa na discursiva.
Dica:
Cada TJ pode adaptar a regra. Sempre confirme no edital do seu concurso o número de provas, peso e nota mínima.
Estes são os cursos do CP Iuris para quem está se preparando para a 2ª fase, seja para um TJ específico ou para mais de um.
A discursiva mede o quanto o candidato consegue construir uma resposta jurídica do zero. Em geral, a banca cobra 1 dissertação longa sobre tema do edital e 4 a 5 questões discursivas curtas. A dissertação exige construção sistemática e fundamentação, não apenas transcrição de lei. As questões curtas testam domínio fino de pontos do edital.
Na maioria dos TJs, são duas sentenças em dias diferentes: uma criminal e uma cível. O candidato recebe um caso fictício com peças processuais e precisa redigir a decisão integralmente: relatório, fundamentação e dispositivo. Costumam cair junto da discursiva, com a sentença criminal no 1º dia e a cível no 2º. Cada peça é avaliada de 0 a 10. As sentenças só são corrigidas para quem atinge a nota mínima na discursiva.
Pela Resolução 75/2009 do CNJ, você pode consultar a legislação na 2ª fase, mas só os textos secos: nada de códigos comentados, súmulas ou jurisprudência. TJSP, TJRJ e TJDFT seguem essa regra. Treinar com o material que vai estar na prova faz parte da preparação. Veja como funciona a Magistratura Estadual e Federal
O CPA olha para o seu edital, para o tempo que falta e monta o cronograma. Discursiva num dia, sentença criminal noutro, sentença cível no outro. Revisão ativa e simulado quinzenal já entram no plano.
Você manda sua peça, o Pontes Banca devolve correção com nota por critério no padrão da sua banca. Ele aprendeu com peças de aprovados e gabaritos oficiais. No Magis Unificado, professores aprovados também corrigem manualmente.
Peças reais de concursos anteriores, separadas por TJ e banca. Cada uma vem com o gabarito oficial e comentários técnicos. Você treina com o que já caiu, não com simulação genérica.
Juízes, defensores, procuradores, promotores, delegados, e professores. Eles não ensinam de longe. Ensinam o caminho que percorreram até a posse.
Promotor
Juíza Federal
Especialista em Direito Civil
Procurador
Juíza do Trabalho
Juíza de Direito
É exatamente o que o Prof. Samer diz: um fenômeno. Material excelente, professores incríveis, organização da plataforma. Destaco os professores Nestor Távora e Roberta Queiroz pela didática impecável.
A diferença está no foco. O curso por fase isola a etapa que você vai enfrentar primeiro. O curso regular cobre tudo de uma vez.
| Critério | Curso por fase | Curso regular |
|---|---|---|
| Foco | Discursiva e sentença | Todas as fases simultaneamente |
| Ritmo de estudo | Intensivo e direcionado | Distribuído ao longo de meses |
| Ideal para quem | Já passou na 1ª fase ou está perto | Está no início da preparação |
| Investimento | Menor (paga por etapa) | Maior (cobre tudo) |
No CP Iuris, os dois caminhos usam o Método CPA. A diferença é o escopo: o curso por fase concentra o esforço na etapa mais próxima.
Cada edital define um número fixo de candidatos aprovados na 1ª fase que avançam para a 2ª. O número varia por TJ: pode ir de 100 a 300 habilitados, dependendo das vagas previstas. A nota de corte da 1ª fase varia a cada edição e geralmente fica entre 65 e 75 pontos na prova objetiva.
Em geral, de 60 a 90 dias entre o gabarito definitivo da 1ª fase e a aplicação da 2ª. Esse é o tempo que o candidato tem para virar a chave da memorização para a redação jurídica.
Costuma ser 6,0 em cada peça (discursiva, sentença criminal e sentença cível). As sentenças só são corrigidas para quem atinge a nota mínima na discursiva. A maioria dos TJs estaduais segue esse modelo, por orientação da Resolução 75/2009 do CNJ. Sempre confirme no edital do seu concurso.
Depende do TJ e do tempo até a prova. Para quem cobre Federal e Estadual ou ainda está cedo na preparação, o Magis Unificado tem módulo dedicado à fase escrita e correção humana. Para TJSP, o Curso 2ª Fase TJSP é específico para a banca VUNESP. Nas semanas finais, a Reta Final TJSP concentra revisão e simulado. Para TJRJ, a Correção por IA TJRJ permite treinar peças quantas vezes quiser.
Pode. Muitos aprovados começam a treinar discursiva e sentença em paralelo com o estudo da 1ª fase, para não chegar despreparados. O Magis Unificado já distribui o treino de escrita ao longo do cronograma regular.
Sim. O programa Experimente CP Iuris (/experimentar/) dá 3 dias de acesso gratuito, sem cartão e sem compromisso. Você explora a plataforma, assiste às aulas e decide se faz sentido para você.
Quem chega à 2ª fase já provou que sabe. Agora é hora de provar que sabe escrever como juiz.